sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
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sexta-feira, 31 de julho de 2009
A Lenda do Paraiso...
O Paraiso descrito na Bliblia, o anseio maior dos cristãos.
Uma história longa e de tremendo senso de humor.
Como se instalou a idéia de paraiso na cultura humana.
Tudo começa um pouco antes dos fenícios, o povo que habitou o lado oriental do mar Mediterraneo.
Como se sabe, estes, eram grandes dominadores dos mares, ou do mar.
Porém não eram os unicos daquela época.
O fato de a historia não poder revelar os aspectos mais humanos dos acontecimentos, pois que nada havia de escrito, apenas se mantendo na oralidade, com os povos antes dos fenicios, exponho, nesta história, os resultados obtidos por linhas de investigação das mais sinuosas. Mas uma vantagem disso é mostrar o grande numero de fatores envolvidos e, ao mesmo tempo, excluir toda a necessidade de evocar o mistério e a verdade na busca das origens do paraiso cristão.
Uma história até simplória no seu desenvolvimento.
Os Persas
A civilização persa, englobou diversos povos que habitaram o Planalto Iraniano desde o 2º milênio a.C. A primeira grande civilização conhecida da região se chamava Elamita, e se localizava ao sul do atual Irã, tendo como capitais Anshan e depois Susa.Desses povos que formavam a civilização persa haviam os que dominavam diversas ferramentas que manipulavam a natureza daquela época. Uns dominavam as montarias, outros as agriculturas, outros a navegação.
Durante o 1º milênio, ondas de invasores arianos (indo-europeus) chegaram ao Planalto Iraniano, e alguns deles acabaram por se fixar na região: os medos (ao norte), os persas (ao sul) e os partos (a leste). Os mais antigos registros históricos conhecidos sobre esses povos arianos são encontrados em textos assírios (Mesopotâmia) do século 9 a.C., segundo os quais os medos e assírios lutavam pela região do mar Cáspio. Essa tensão entre medos e assírios foi o que, provavelmente, levou à grande militarização do Reino dos Medos (ou Média). E por isso os medos acabaram dominando elamitas, persas e partos por vários séculos. Fator este que também fez evoluir toda a industria militar da época.
A civilização elamita floresceu no sul da região mesopotâmica, por volta do terceiro milênio anterior à era cristã.
Elam é a antiga região da Pérsia, também denominada Susiana, que equivale à região atualmente denominada Khuzistão, delimitada ao norte pelos montes Zagros. A civilização elamita aglutinou-se em torno da cidade de Susa, a capital, e seus arredores. Na pré-história, os povos elamitas estavam ligados culturalmente à Mesopotâmia. Depois de 2334 a.C., sob domínio da dinastia acádia, adotaram a escrita cuneiforme usada por sumérios e acádios. Finalmente, o Elam caiu em poder dos guti, um povo montanhês, e logo foi submetido pela terceira dinastia de Ur. Só reconquistou a liberdade ao decair o poderio de Ur.
Durante sua turbulenta história, firmou-se entre os elamitas o sistema de sucessão matrilinear, pelo qual cada novo soberano era necessariamente filho de um membro do sexo feminino da família do governante anterior. Bem parecido com o sistema dos judeus. Por volta de 1600 a.C., os cassitas invadiram a Mesopotâmia e causaram a ruína da Babilônia e do Elam. Depois disso, quase nada se soube dos elamitas até o século XIII a.C., quando eles ressurgiram como império durante os reinados de Shutruk-Nahhunte e Kutir-Nahhunte. Seus domínios se estenderam, a oeste, até as margens do Tigre, e a leste, até as proximidades de Persépolis. Esse período de glória encerrou-se quando os babilônios capturaram Susa, no final do segundo milênio a.C. Os 300 anos que se seguiram são completamente obscuros no que se refere à história elamita. Em 640 a.C., o rei assírio Assurbanipal saqueou Susa e deportou proeminentes cidadãos do Elam, que foi mais tarde incorporado como satrapia ao império aquemênida.
A atividade cultural dos elamitas foi aparentemente pouco significativa. Pouco se sabe sobre sua língua e crenças religiosas. A arte e a arquitetura elamita derivaram em grande parte da arte babilônica. Porém seu legado foi de supra importância para a grandes navegações marítimas.
Os aquemênidas
Em 550 a.C., Ciro 2º, um governante persa, venceu a Média e unificou persas e medos, iniciando o Império Persa sob a dinastia dos aquemênidas.Ciro 2º, conhecido como "o Grande", deu aos medos a mesma condição política e militar dos persas e, ao dominar os elamitas, transformou sua capital, Susa, na nova capital do império. Assim, ao igualar os poderes entre o sul e o norte do Planalto Iraniano, conseguiu criar uma situação de paz interna e, dessa forma, pôde concluir a conquista sobre a Mesopotâmia e a Anatólia.