segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Continuando a Saga do Paraiso..........

Então formamos grandes familias em vastos territorios. Nos familiarizamos com estes ambientes. Nos integramos, reconhecemos e conhecemos, manipulamos. Criamos técnicas e ferramentas. Em cada canto novas formas e formatos. Novos sons para novas sensações. Diferentes ecos em diferentes vales.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

:: Onde tudo começou ::

Embora pareça que tenha sido em um estendido periodo da nossa cronologia, toda a história do Paraiso se dá, em termos científicos em um periodo breve da história do Planeta.
Começa junto à própria história humana. Na era anterior a extinção dos dinossauros. Por ali já andavamos com nossas tribos, descobrindo novos quintais, o mais frágil das espécies, começa a desenvolver tecnologia apartir da adaptação de seus membros anatômicos e fisiológicos. Principalmente de seu cerebro, e nos seus membros superiores. Possibilidades se criaram então, pois que aumentou seus níveis de procriação e de sustentabilidade. Convivendo com enormes seres, fonte igual de nutrientes que contribuiam para uma vida também mais longa.
Nos espalhamos por todos os cantos, criamos muitos instrumentos para nossas rotinas, inclusive e importantes rituais coletivos que desenvolveram outras características a nossa espécie. Principalmente dentro de nossas proprias tribos, nossa propria coletividade. Naqueles grupamentos mais íntimos, nas familias. Estas familias começaram a ocuparam vastos territórios, obrigando as novas familias a buscarem outros vastos territórios. Sucessivamente fomos nos espalhando pelo globo terrestre, onde ainda existia certa proximidade entre os continentes Ligados por filetes de terra que compunham um gigantesco e unico bloco de chão, coberto de um ser perspicaz, que conseguiria rapidamente se adaptar a novas formas de ambiente e sistemas ecológicos. Transformando sua propria rotina e dos outros seres ao redor.
Estamos ainda, juntos aos grandes e por vezes feroses, senhores da Terra. Os dinossauros compreendiam grande ameaça a espécie, nos obrigando, em determinados ambientes, sobreviver escondidos em cavernas. No entanto também sobreviviamos bem em outro territórios. Por todos os lados o homem primitivo adaptava seus conhecimentos fundindo-os aos novos ambientes em que era obrigado a conquistar. E esses ambientes se mostravam de tal forma diferentes uns dos outros, que nos mesmo começavamos a ser diferentes uns dos outros. As familias desmembradas obrigadas a conquistar novos territórios, por sua vez eram também desmembradas e obrigadas a buscarem outros territórios, mais distantes ainda daqueles primeiros seres. Nestes territorios encontravam outras plantas, outras especies terrestres, marinhas e aéreas. Encontravam diferentes formas alimentares e criavam diferentes tecnologias para implementarem neste novo horizonte. Tornavam- se outros seres. Passado os tempos, criavam caracteristicas novas e adaptavam seus proprios corpos de tal forma que os que se mantiveram lá atrás, nos primeiros territórios não mais os reconheceriam. Principalmente porque a principal caracteristica que se manteve foi a comunicação através dos sons. Assim, em diferentes ambientes, criamos diferentes sons para nos comunicar. E como o disputa por território foi rapidamente nossa maior prioridade, a disputa entre as familias, tribos, deu-se principalmente através da linguagem. Eramos parentes através de nossa lingua...


:: Correção do Post anterior...::

Corrigindo o Post anterior...
Pois quando comecei a escrevê-lo gostaria de fazê-lo na sua completude. Contar por miudos todas as partes da história da invenção do Paraiso. Desde sua descoberta, a criação do mito e sua persistência por toda sua longa história.
Uma história simples, porém com quantidade enorme de personagens e fatores. Muitos destes perdidos ao longo de tantos anos, mas que com um pouco de imaginação, podemos facilmente projetar as cenas dos ocorridos.
Das fantasticas histórias que a humanidade alimenta e mantém em seu imaginário.
Contudo seria impossível digitá-las com um período tão breve de espaço-tempo que disponho. Simples mortal que sou.
Assim vou abrevia-lo em diversos momentos, que todavia, não serão os de mais importância, embora qual não seja...

sexta-feira, 31 de julho de 2009

A Lenda do Paraiso...

Gostaria de compartilhar meus conhecimentos a cerca da história do Paraiso.
O Paraiso descrito na Bliblia, o anseio maior dos cristãos.
Uma história longa e de tremendo senso de humor.
Como se instalou a idéia de paraiso na cultura humana.
Tudo começa um pouco antes dos fenícios, o povo que habitou o lado oriental do mar Mediterraneo.
Como se sabe, estes, eram grandes dominadores dos mares, ou do mar.
Porém não eram os unicos daquela época.
O fato de a historia não poder revelar os aspectos mais humanos dos acontecimentos, pois que nada havia de escrito, apenas se mantendo na oralidade, com os povos antes dos fenicios, exponho, nesta história, os resultados obtidos por linhas de investigação das mais sinuosas. Mas uma vantagem disso é mostrar o grande numero de fatores envolvidos e, ao mesmo tempo, excluir toda a necessidade de evocar o mistério e a verdade na busca das origens do paraiso cristão.
Uma história até simplória no seu desenvolvimento.

Os Persas

A civilização persa, englobou diversos povos que habitaram o Planalto Iraniano desde o 2º milênio a.C. A primeira grande civilização conhecida da região se chamava Elamita, e se localizava ao sul do atual Irã, tendo como capitais Anshan e depois Susa.
Desses povos que formavam a civilização persa haviam os que dominavam diversas ferramentas que manipulavam a natureza daquela época. Uns dominavam as montarias, outros as agriculturas, outros a navegação.
Durante o 1º milênio, ondas de invasores arianos (indo-europeus) chegaram ao Planalto Iraniano, e alguns deles acabaram por se fixar na região: os medos (ao norte), os persas (ao sul) e os partos (a leste). Os mais antigos registros históricos conhecidos sobre esses povos arianos são encontrados em textos assírios (Mesopotâmia) do século 9 a.C., segundo os quais os medos e assírios lutavam pela região do mar Cáspio. Essa tensão entre medos e assírios foi o que, provavelmente, levou à grande militarização do Reino dos Medos (ou Média). E por isso os medos acabaram dominando elamitas, persas e partos por vários séculos. Fator este que também fez evoluir toda a industria militar da época.
A civilização elamita
floresceu no sul da região mesopotâmica, por volta do terceiro milênio anterior à era cristã.

Elam é a antiga região da Pérsia, também denominada Susiana, que equivale à região atualmente denominada Khuzistão, delimitada ao norte pelos montes Zagros. A civilização elamita aglutinou-se em torno da cidade de Susa, a capital, e seus arredores. Na pré-história, os povos elamitas estavam ligados culturalmente à Mesopotâmia. Depois de 2334 a.C., sob domínio da dinastia acádia, adotaram a escrita cuneiforme usada por sumérios e acádios. Finalmente, o Elam caiu em poder dos guti, um povo montanhês, e logo foi submetido pela terceira dinastia de Ur. Só reconquistou a liberdade ao decair o poderio de Ur.

Durante sua turbulenta história, firmou-se entre os elamitas o sistema de sucessão matrilinear, pelo qual cada novo soberano era necessariamente filho de um membro do sexo feminino da família do governante anterior. Bem parecido com o sistema dos judeus. Por volta de 1600 a.C., os cassitas invadiram a Mesopotâmia e causaram a ruína da Babilônia e do Elam. Depois disso, quase nada se soube dos elamitas até o século XIII a.C., quando eles ressurgiram como império durante os reinados de Shutruk-Nahhunte e Kutir-Nahhunte. Seus domínios se estenderam, a oeste, até as margens do Tigre, e a leste, até as proximidades de Persépolis. Esse período de glória encerrou-se quando os babilônios capturaram Susa, no final do segundo milênio a.C. Os 300 anos que se seguiram são completamente obscuros no que se refere à história elamita. Em 640 a.C., o rei assírio Assurbanipal saqueou Susa e deportou proeminentes cidadãos do Elam, que foi mais tarde incorporado como satrapia ao império aquemênida.

A atividade cultural dos elamitas foi aparentemente pouco significativa. Pouco se sabe sobre sua língua e crenças religiosas. A arte e a arquitetura elamita derivaram em grande parte da arte babilônica. Porém seu legado foi de supra importância para a grandes navegações marítimas.

Os aquemênidas

Em 550 a.C., Ciro 2º, um governante persa, venceu a Média e unificou persas e medos, iniciando o Império Persa sob a dinastia dos aquemênidas.

Ciro 2º, conhecido como "o Grande", deu aos medos a mesma condição política e militar dos persas e, ao dominar os elamitas, transformou sua capital, Susa, na nova capital do império. Assim, ao igualar os poderes entre o sul e o norte do Planalto Iraniano, conseguiu criar uma situação de paz interna e, dessa forma, pôde concluir a conquista sobre a Mesopotâmia e a Anatólia.

Foi também sob o julgo de Ciro 2º que os elamitas percorreram grandes extensão do mar mundial, tendo chegado a percorrer todo o globo terreste pelos mares. Seguindo mapas de seus ancestrais, cruzaram em pequenas, mas otimas embarcações, todos os oceanos...







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